top of page

Quando a experiência continua além da viagem

O que permanece depois de viver a Amazônia no Uakari Lodge


Turistas fazendo trilha na floresta amazônica
Foto: Lucas Ramos

Uma viagem à Amazônia não termina no dia da volta. Para quem viveu uma imersão no Uakari Lodge, localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, o retorno costuma carregar mudanças silenciosas, mas duradouras, na forma de olhar para o mundo e para o próprio cotidiano.


Inserido em uma das maiores áreas protegidas de várzea do planeta, o Uakari Lodge oferece uma experiência de hospedagem na floresta amazônica que conecta visitantes, comunidades ribeirinhas e ciência. Mais do que dias vividos na floresta, a experiência deixa marcas que atravessam o retorno para casa.


Ao longo do tempo, esses aprendizados seguem se desdobrando em escolhas, hábitos e formas de se relacionar com a natureza e com o território onde se vive.


Um olhar que se transforma na floresta


Uakari Logde - pousada flutuante no coração da amazônia brasileira
Foto: Lucas Ramos

O contato direto com a floresta amazônica, com os ciclos dos rios e com as comunidades ribeirinhas apresenta outras formas possíveis de organização social, nas quais natureza e vida cotidiana não aparecem como instâncias separadas.


Essa vivência aparece com clareza no depoimento de Benjamino P., CSR and Sustainability Manager da Rigoni di Asiago, que esteve no Uakari Lodge e viveu de perto a dinâmica da Reserva Mamirauá, parte do Complexo de Conservação da Amazônia Central reconhecido pela UNESCO.


“O maior insight que trouxe dessa experiência foi tomar consciência de que existem múltiplas formas de entender o que é uma sociedade e de como ela se relaciona com a natureza.”

Crescido em um contexto urbano e europeu, Benjamino descreve o impacto de entrar em contato com outros modelos de vida, onde a relação entre pessoas, território e demais seres vivos é mais integrada.


“Na Amazônia, percebi que existem outros modelos de organização social, onde a relação entre mulheres, homens e os demais seres vivos é profundamente diferente e, muitas vezes, muito mais integrada.”

O que permanece depois da viagem


Passeio de canoa ao por do sol nos rios amazônicos
Foto: Lucas Ramos

O impacto da experiência não se limita ao período vivido na floresta. Ele reaparece, de forma concreta, no retorno para casa.

“A experiência na Amazônia não criou um hábito novo, mas reforçou e deu ainda mais significado a algo que já fazia parte do meu cotidiano.”

No dia a dia, isso se traduziu em mudanças simples, mas consistentes, na forma de ocupar os espaços e de se relacionar com o ambiente.


“Nossa casa se tornou mais aberta e mais viva. Hoje há plantas em todos os cômodos. Retiramos o sofá da sala e colocamos um grande tapete, comprado de segunda mão, onde passamos a conviver de outra forma.”

Essas escolhas refletem aprendizados sobre simplicidade, convivência e atenção ao impacto das decisões cotidianas.


Turismo de base comunitária como prática viva


Comunidade ribeirinha dos povos amazônicos
Foto: Lucas Ramos

A convivência com as comunidades locais na Reserva Mamirauá evidencia um modelo em que o turismo se constrói de forma coletiva, respeitando o território e os modos de vida das populações ribeirinhas.


Esse é o princípio do turismo de base comunitária, modelo adotado pelo Uakari Lodge em parceria com o Instituto Mamirauá, no qual as comunidades participam ativamente da gestão, da operação e dos benefícios gerados pela atividade turística.


Essa abordagem fortalece a conservação ambiental, gera renda local e valoriza saberes tradicionais, mostrando que turismo pode ser uma ferramenta concreta de cuidado com a floresta.


Escolhas cotidianas que prolongam a experiência


Foto aérea dos rios amazônicos
Foto: Do Norte ao Norte

A vivência em uma pousada flutuante inserida em uma reserva ambiental torna mais evidente que cada escolha cotidiana carrega impacto. Ao voltar para casa, esse aprendizado pode se traduzir em atitudes como reduzir excessos, questionar a origem do que se consome, alongar a vida útil dos objetos e repensar hábitos automáticos.


Mesmo longe da Amazônia, o vínculo com a natureza pode continuar presente.


“Para alguém que gostaria de apoiar a conservação da Amazônia, mas não pode viajar agora, eu sugeriria começar de onde está: redescobrindo a natureza ao seu redor.”

Rios, parques, áreas verdes e paisagens próximas também oferecem oportunidades de observação, aprendizado e reconexão com o território.


Uma experiência que segue em movimento


Foto aérea de passeio de barco na Amazônia, oferecido pelo Uakari Lodge
Foto: Do Norte ao Norte

O Uakari Lodge é um projeto de turismo de base comunitária gerido por comunidades ribeirinhas da Amazônia, localizado na Reserva Mamirauá, na região de Tefé, no encontro dos rios Solimões e Japurá. Sua proposta é mostrar que turismo pode ser uma ferramenta de conservação, geração de renda e valorização cultural.


Quando a experiência atravessa o retorno e se instala no cotidiano, a viagem não termina. Ela continua, em outras escolhas, outros espaços e outros tempos.


Viva a Amazônia com propósito


Passeio de barco na floresta alagada
Foto: de Norte ao Norte

Visitar a Amazônia é mais do que viajar. É um convite à compreensão de um dos biomas mais importantes do planeta e das pessoas que constroem sua história diariamente.


No Uakari Lodge, cada experiência é pensada para favorecer uma relação profunda com a floresta, respeitando o ciclo das águas e os saberes das comunidades locais.


Para saber mais sobre a Reserva Mamirauá e sobre as experiências oferecidas pelo Uakari Lodge, visite o site oficial do Uakari Lodge.


Para acompanhar histórias, pesquisas e o cotidiano da floresta amazônica, siga o Uakari Lodge no Instagram.


Esperamos você.



Comentários


©2021 por UAKARI LODGE   Fotos: ©GuiGomes

  • Whatsapp
  • Instagram
  • Facebook
  • YouTube
  • TikTok
  • Spotify
bottom of page